Com apenas 11
pontos conquistados no Brasileirão em 33 possíveis, tricolor paulista ocupa a
Zona de Rebaixamento e se despede de Ceni como técnico
Após a saída
do auxiliar técnico inglês Michael Beale do São Paulo, segundo ele por não se
adaptar ao Brasil (preferiu se demitir ao cargo), foi a vez de Rogério Ceni
maior ídolo do tricolor paulista ser comunicado pela diretoria do clube que não
é mais técnico do São Paulo.
Em nota à
imprensa o presidente do São Paulo Carlos Augusto de Barros e Silva afirma: “ O respeito e o reconhecimento pela grandeza de Rogerio Ceni,
como figura histórica desta instituição, serão eternamente celebrados”.
Foram
37 jogos à beira do campo com 14 vitórias ,13 empates e dez derrotas. Um
aproveitamento de 49,5%. Ceni conseguiu superar aproveitamentos de dois dos
seus três antecessores: Edgardo Bauza (46,5%) e Ricardo Gomes (42,5%).
Ao contrário
dos seus antecessores, Rogério Ceni tem direito a receber uma multa rescisória
de R$5 milhões pelo contrato que constava ter validade até dezembro 2018.
Quem ocupa a
vaga?
Sem Rogério
Ceni e Michael Beale no Comando do São Paulo à beira do gramado, o auxiliar
técnico Pintado (com cargo fixo seja qual for o treinador) deve ocupar espaço na
área técnica no jogo contra o Santos na Vila Belmiro.
Os profissionais
que largam na frente para o cargo que Rogério Ceni deixou são Dorival Júnior,
ex-técnico do Santos que nunca treinara o São Paulo e Marcelo Oliveira bicampeão
brasileiro com o cruzeiro em 2013/2014.

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